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A banda OVERDOSE NUCLEAR, de Ubatuba/SP, será a única banda brasileira presente na segunda edição do festival online “Pandemic Terror Fest”, que será realizado no dia 29 de agosto, a partir das 22h. Organizado pela Living Metal Producciones, o evento contará ainda com as seguintes bandas (confirmadas até o momento): Evilution (Colômbia), Next (México), War Kabinett (México), 4Estigma (Chile), GuerraSanta (Argetina), Savanth (México), Derian (Venezuela), Halcón 7 (México) e Atavi (Colômbia). Será a terceira aparição em festivais online da banda, que já participou do Roadie Crew Online Festival e do Metal com Batata Stay Home Festival.



Para mais informações sobre o festival, acesse:


O OVERDOSE NUCLEAR também planeja para o dia 19/09 a edição online de seu próprio festival, o “Inverno de Aço”. Segundo comunicado do vocalista Julio Candinho, “O inverno está chegando ao fim, mas a pandemia não, então nos reunimos e decidimos realizar a edição 2020 do festival em formato “Live streaming” no YouTube e Facebook para matarmos um pouco da saudade do nosso underground e ajudarmos as bandas. Faremos uma Vakinha Online e todo o dinheiro arrecadado será dividido entre as bandas participantes do festival!”. O cast do evento e demais informações serão divulgadas em breve.

Assista ao video clipe de “Kriatura”:

Ouça “Overdose Nuclear” no Spotify:

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Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

 
 
 

Acaba de ser lançado o novo vídeo clipe da banda Overdose Nuclear, para a música “Blackout”, presente em seu debut autointitulado. Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) Samuel Marques (bateria) mostram no clipe um pouco de sua rotina, incorporando ao vídeo cenas das gravações do álbum e imagens que reforçam a unidade do grupo. Com produção da própria banda e direção por Viswambhar Gauränga e Julio Candinho, o clipe contém imagens de Viswambhar Gauränga e América Vídeo. A experiência em estúdio e nos palcos e retratada no vídeo, segundo o vocalista, “traz a tona nossa experiência como banda e como foi incrível todo o processo de gravação do nosso primeiro álbum. Esperamos que as pessoas não desistam de reconstruir e recomeçar tudo quando esse momento passar, porque vale a pena, inclusive deu um novo fôlego à banda e queremos que outras pessoas sintam essa mesma experiência. Não desistam diante dos problemas atuais que o mundo vem passando!”.

Assista ao video clipe abaixo:



A temática do álbum em si, assim como “Blackout”, reflete uma realidade catastrófica, algo corriqueiro entre as bandas de Heavy Metal desde os primórdios. Na explicação de Candinho, “As luzes que se apagam no “Blackout” não são simplesmente as de energia elétrica, são a da moral, a da ética e todo sentimento de civilização existente, quando tudo isso desmorona a monstruosidade e o animalismo inerente à natureza humana emerge em uma fúria catastrófica e é sobre isso que a música retrata, a luta pela sobrevivência nas nossas horas mais escuras como espécie humana. Sentimos a necessidade de nos expressar como banda, pois no momento atual que estamos todos passando a respeito da pandemia, nossos sonhos, shows e expectativas foram destruídos e postergados e a música “Blackout” pareceu perfeita para isso! Entretanto, será que o pior não está por vir?”.


Para os nãos habituados ao Heavy Metal e suas histórias fantásticas e recheadas de morte e devastação, fica o aviso: na maioria dos casos as bandas retratam tudo aquilo que as outras pessoas não veem ou fingem existir. As atrocidades de uma guerra, a política infame, enfim, a realidade do mundo com uma visão mais peculiar. A própria capa do álbum, criada por Caio Caldas, da CadiesArt, reforça isso e é relacionada diretamente a música que batiza a banda e possui uma história interessante: “A música “Overdose Nuclear” fala sobre a devastação nuclear, então a temática dessa aranha seria uma analogia cósmica a isso. Entrando mais no contexto do álbum, a entidade, a aranha, é uma cria da escuridão, é a anti-vida de um verdadeiro buraco negro que vive sempre com fome de poder, mas quanto mais ela se alimenta, maior é a sua fome. Ela representa um apêndice da escuridão do espaço. Ela é a radiação que varre a vida. Com suas centenas de olhos cegos, apenas um enxerga, e então ela encontra seu próximo alvo. Ela causa o caos, aprisionando em suas teias todo o planeta Terra, consumindo a vida na Terra envenenando e corroendo radioativamente o planeta, deixando o mundo morrendo em um completo caos nuclear para depois se alimentar dele fazendo com que o planeta faça parte de seu grande estômago levando a total aniquilação da nossa espécie e o fim de nosso planeta. Essa aranha radioativa é a Overdose Nuclear.”.

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Lançado em maio de 2019, o debut autointitulado da banda OVERDOSE NUCLEAR agora ganha um mini-documentário de suas gravações, realizadas em 2018 no estúdio Family Mob, em São Paulo. O título do DOC, “Dos Urros ao Mangue”, evoca também os primórdios da banda, fazendo referência à demo Os Urros que vêm da rua!”, de 2015. Desde então o grupo trilhou um caminho próprio, incluindo influências diversas à sua sonoridade, indo do Heavy Metal clássico ao Thrash Metal com muita personalidade, expondo todas as mazelas da sociedade através de músicas cantadas em nossa língua natal. Como grupo faz questão de frisar, “o litoral norte de São Paulo não é feito somente de sol, belas praias, mata atlântica nativa e gente andando seminua, mas também feito de muita chuva, lugares esquecidos por Deus, miséria, juventude sem esperança, corrupção e abandono da população pelos governantes”.

Assista ao DOC “Dos Urros ao Mangue”:




Vindos de Ubatuba, Samuel Marques (bateria), Gustavo Albado (baixo), Marcus Goulart (guitarra) e Julio Candinho (vocal) ao mesmo tempo que relembram as gravações do debut, já trabalham em seu sucessor, com lançamento previsto para 2022, quando a banda completará 10 anos de estrada. E as mesmas palavras ditas acima sobre toda a desesperança serão retratadas neste novo álbum, como conta o vocalista Julio Candinho: “Acho que toda banda de Metal que se preze e que tenha como foco falar sobre os problemas sociais sempre terá assunto. Com a pandemia vimos o pior do ser humano, seja na própria sociedade quanto na política. As mesmas palavras que usamos para divulgar o debut podemos usar agora: Não vemos mais o futuro como algo a ser sonhado, sim algo que para ser temido, um futuro claustrofóbico como se estivéssemos presos nas teias da destruição”.

Assista ao vídeo clipe de “Kriatura”:



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